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A Midseason em 150 Palavras, Midseason

Midseason 2014: As 150 Palavras de “Klondike”


Klondike

Tenho noção de que esta série já terminou mas não podia deixar passar esta época sem a referenciar. De facto, e tendo em conta que é baseada em factos reais, o Discovery teve aqui uma enorme e potente produção. Temos actores de topo, uns cenários e uma fotografia excelentes e uma história que, aos poucos, nos vai mostrando a verdadeira natureza humana e aquilo que somos capazes de fazer para sobrevivermos nesta injusta vida. Ainda que tenham havido partes um pouco mais chatas, devo dizer que esta produção de luxo surpreendeu-me pela positiva, de tal forma que segui toda a série nos dois dias consecutivos. E talvez por ser baseada em factos reais, a torna bem mais aliciante. Aconselho vivamente, especialmente para quem quer saber um pouco mais desta época tão interessante da história americana que encheu, além dos livros de história, as BD do Tio Patinhas da nossa infância.

Nota: 8.5/10

About Jorge Pontes

Viajar é nascer e morrer a todo o instante, até porque é fácil apagar as pegadas. Difícil, porém, é caminhar sem pisar o chão.

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One thought on “Midseason 2014: As 150 Palavras de “Klondike”

  1. O fim é sempre uma metamorfose ? Heidegger e Borges responderam um ao outro, de algum modo, à pergunta. O primeiro por afirmar que a “finitude do tempo só se torna plenamente visível quando se explicita o ‘tempo sem fim’ para contrapô-lo à finitude”; o segundo por afirmar complementarmente que “ninguna de las eternidades que planearon los hombres”(…)”es una agregación mecánica del pasado, del presente y del porvenir. Es una cosa más sencilla y más mágica: es la simultaneidad de esos tiempos”. Conclusão: a eternidade – ou a infinitude – torna-se sobretudo numa espécie de negativo da finitude e vice-versa, razão pela qual, no seu dicotomismo, o fim não pode nunca ser encarado como uma ruptura, como uma falha, ou como um deslize para o abismo do irrepresentável, mas antes como um espaço onde se dissimula o próprio sentido do tempo. É por isso que as mil histórias do paraíso, que são representações dos fim do tempos, constituem metamorfoses que reflectem e dissimulam o tempo vivido.

    Posted by Lilia C. Donovan | February 14, 2014, 11:30 PM

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