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À Conversa Sobre...

À Conversa Sobre… #2 – Doctor Who


Doctor Who é uma série de ficção científica britânica transmitida pela BBC. A série foi exibida entre 1963 e 1989 e foi retomada em 2005, adquirindo muito sucesso desde então. Há quem faça a distinção entre a série “antiga” e a série “nova”, mas, no fundo, Doctor Who trata-se de apenas uma série – a mais longa série de ficção científica do mundo, celebrando este ano o seu 50.º aniversário.

Consigo dizer sem pensar duas vezes que Doctor Who é uma das séries que mais me fascina e que consegue ser facilmente uma das minhas favoritas. E tal como acontece com a nossa banda de música favorita, ou com o nosso filme favorito, torna-se difícil descrever a série a outras pessoas, quando nos perguntam de que se trata. Dizer que Doctor Who é sobre um alien com aparência humana, que viaja no tempo e no espaço na sua máquina do tempo com a forma de uma cabine telefónica, é limitar muito aquilo que a série verdadeiramente é. Doctor Who, no entanto, é muito mais que isso. É um mundo de personagens, de criaturas, de acontecimentos, de lugares, de paradoxos. É um mundo que envolve o espectador e o deixa apaixonado. É um mundo muito mais vasto do que possa parecer à primeira vista.

Doctors

Não é difícil observar que tendo quase 50 anos, Doctor Who não se pode dar ao luxo de manter apenas um actor a liderar a série. Em vez disso, o Doutor – a personagem principal – regenera sempre que morre e adopta um corpo, uma personalidade, e até um guarda-roupa diferentes. Isto acaba por renovar toda a série, dando-lhe uma dinâmica totalmente nova. Os companheiros do Doutor também mudam com muita frequência, impedindo que a série se torne repetitiva ou aborrecida. Cada companheiro é diferente, e cada um deles nos cativa de uma forma ou outra – mas todos deixam uma marca na série. E nem todos têm um final feliz. Uma série destas, com tanta acção, não pode deixar de ter a sua dose de momentos menos alegres – e alguém que já tenha visto Doctor Who sabe que há vários momentos devastadores que nos deixam de rastos.

Doctor Who consegue ser uma série tão influente e com um mundo tão extenso que acaba por criar outros pequenos mundos. Aqui estou claramente a falar dos vários spin-offs que a série originou e que, apesar de apontarem noutras direcções, acabam sempre por se cruzar com a série original. Direccionados mais para as crianças ou mais para os adultos, estes spin-offs, tal como Doctor Who, procuram agarrar um público-alvo muito abrangente… e fazem-no com sucesso, porque uma coisa é clara: a fanbase de Doctor Who está cada vez maior.

Por mais que fale sobre Doctor Who, nunca vou conseguir descrever por palavras a abrangência desta série, que acaba por ser muito mais que uma série. Doctor Who é uma série que não se vê – vive-se. É uma experiência extraordinária e foi sem dúvida uma das melhores apostas que fiz até hoje.

Obrigado por tudo, Doctor Who.

Por dr0mztm

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