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CSI NY, Séries num Minuto

CSI NY T7 [Bloco #1]


Os “CSI” fazem “parte da nossa vida” há mais de 10 anos indo já, o mais antigo, na sua décima primeira temporada. Não obstante e como grande apreciador de televisão que sou, o mundo da investigação criminal só me começou a apaixonar há uns três/quatro anos quando comecei a prestar a devida atenção à história e aos procedimentos mostrados naqueles 45 minutos.

De todos os três “CSI”, falo de “CSI:”, “CSI: Miami” e “CSI: NY”, o terceiro é aquele que me apaixona já há quatro anos quando comecei a ver com um afinco cada vez maior não só pelo tom mais sério sobre o qual o caso se incide bem como toda a edição e realização é bem melhor.

Comecei, portanto, a magicar o que é que esta sétima temporada teria que me atraísse agora que a belíssima Melina Kanakaredes se foi embora. Sela Ward, que interpreta a ex-FBI Jo Danville, chega à equipa “CSI” e devo dizer que toda a dinâmica da equipa ficou bastante mais light, mais fresca e mais…dinâmica!

Não é que com Stella (Melina Kanakaredes) a dinâmica não fosse a mesma… Só que ela já teve o seu papel importante na quinta temporada, aquando da história relativa às moedas gregas (até agora, o melhor arco) mas como já fazia parte da equipa desde os primórdios do “CSI: NY”, este já parecia dar mais do mesmo há imenso tempo… Esse factor foi, então, mudado com a entrada de Jo.

Para já, os casos estão-me a apaixonar cada vez mais e, se tiver de nomear o melhor até agora, diria que seria o 7×02 (Unfriendly Chat) pois transportou-nos para o mundo da Internet e nos meios que podemos utilizar para chegar até a um homícidio. O 7×01 (The 34th Floor) que abriu a temporada deu-nos o tão ansiado closure ao tópico Danny – Lindsay – Shane Casey e que deixou a mulher de Danny bastante traumatizada.

Para além do 7×02 que me deixou o paladar bastante adocicado, o 7×03 (Damned If You Do) não lhe ficou nada atrás pois vemos o caso de frente para trás. O 7×04 (Sangre por Sangre) que, até agora, me deixou menos agradado, envolveu disputas de gangues.

Concluo esta pequena análise na expectativa quanto ao quinto episódio desta série que me surpreendeu com este opening de cortar a respiração. Sela Ward, bem-vinda à equipa!

About Jorge Pontes

Viajar é nascer e morrer a todo o instante, até porque é fácil apagar as pegadas. Difícil, porém, é caminhar sem pisar o chão.

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