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	<title>Laboratório de Séries</title>
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	<description>Onde o Oriente e o Ocidente se encontram.</description>
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		<title>Projecção Jornalística #2 &#8211; Quando A Hora chega ao fim</title>
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		<pubDate>Tue, 14 May 2013 15:30:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pedro Nunes Rodrigues</dc:creator>
				<category><![CDATA[Espaço]]></category>
		<category><![CDATA[Projecção Jornalística]]></category>
		<category><![CDATA[BBC]]></category>
		<category><![CDATA[Jornalismo]]></category>
		<category><![CDATA[The Hour]]></category>

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		<description><![CDATA[Sei que a minha escolha para este título não foi muito feliz: afinal de contas, acabei de traduzir literalmente o nome de uma série. Mas, pondo esse pormenor de parte, comecemos então a perceber do que é que vou para aqui falar. The Hour, como já devem ter percebido pelo parágrafo anterior, é a série sobre a &#8230; <a href="http://labseries.wordpress.com/2013/05/14/projeccao-jornalistica-2-quando-a-hora-chega-ao-fim/">Continue reading <span class="meta-nav">&#187;</span></a><img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=labseries.wordpress.com&#038;blog=16461086&#038;post=5954&#038;subd=labseries&#038;ref=&#038;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:center;"><a href="http://labseries.files.wordpress.com/2013/05/minha-proposta-projecc3a7c3a3o-jornalc3adstica21.png"><img class="aligncenter  wp-image-5964" alt="PROJECÇÃO-JORNALÍSTICA2" src="http://labseries.files.wordpress.com/2013/05/minha-proposta-projecc3a7c3a3o-jornalc3adstica21.png?w=450&#038;h=253" width="450" height="253" /></a></p>
<p style="text-align:left;">Sei que a minha escolha para este título não foi muito feliz: afinal de contas, acabei de traduzir literalmente o nome de uma série. Mas, pondo esse pormenor de parte, comecemos então a perceber do que é que vou para aqui falar.</p>
<p><strong>The Hour</strong>, como já devem ter percebido pelo parágrafo anterior, é a série sobre a qual vos quero contar. Uma série sobre jornalismo, como aliás não podia deixar de o ser. Esta é só a melhor série sobre o assunto que há desde que eu me lembro de querer ser um profissional desta área. Sobre o que trata? Bem, “The Hour” é uma série sobre jornalismo de investigação da televisão pública britânica, a BBC, em 1956 – altura em que se deu a crise no Canal de Suez e em que a Inglaterra, a França e Israel entraram em guerra com o Egipto.</p>
<p>Agora, imaginem o que é uma guerra prestes a rebentar, uma televisão pública a ser chantageada a torto e a direito, com fugas de informação que não deveriam sair do seio de onde vêm, e jornalistas a serem alvo de ameaças. Pois bem, isto é “The Hour”.</p>
<p>Esta é aquela série onde há um clube restrito de pessoas a querer transformar o jornalismo e acabar com os <i>lobbies</i> governamentais. Ora, claro que há quem pressione para evitar que o jornalista x faça uma peça sobre o assunto y, por ser perigoso para muitas pessoas – e por muitas pessoas eu quero dizer um ou dois tipos com bastante poder no Governo.</p>
<p>E depois há o Freddie. Quem é o miúdo? É um aspirante a jornalista – que acaba mesmo por se “transformar” num jornalista – que não fica satisfeito quando começa a investigar e a descobrir que o mundo é mais mesquinho do que imaginava. Pior do que isso, e agora dou um salto até ao final da segunda temporada, é espancado e deixado à beira da morte depois de denunciar uma conspiração que envolvia não só o dono de uma casa de…meninas, onde vai toda a gente que é “gente”, mas também altas patentes na polícia e altos responsáveis do Governo.</p>
<p>Ora, isto, para o espectador comum, mais não é do que uma série normal. Mas para mim, que gosto de aprender todos os dias mais sobre o que é ser um jornalista, é mais do que uma “normalidade”. É ter mais uma voz a dizer-me como isto é difícil, como há quem nos possa controlar em todo o lado e como qualquer linha que eu tente cruzar possa ser prejudicial para mim.</p>
<p>Bem podia tentar acreditar que não, que o jornalismo no nosso país “livre e democrático” é, na realidade um jornalismo “livre e democrático”. Mas infelizmente não. Ainda que até agora não o tenha sentido, não é difícil entender que há pressões em todo o lado e que há riscos a correr caso não se satisfaça essas pressões. Dou-vos um pequeno exemplo: conheço quem trabalhe num pequeno jornal regional, semanário, e que recebe “ameaças” dos leitores locais, que dizem que deixam de comprar o jornal – o que seria insuportável e que obrigaria ao seu fecho – caso os jornalistas não dêem atenção a tema x ou y.</p>
<p>Ora, claro que este é um daqueles assuntos tabu lá na zona e que não tem grande expressão para a vida do português comum, mas o que é certo é que este é apenas um exemplo de um mundo que existe sem que nós o conheçamos.</p>
<p style="text-align:center;"><img class="aligncenter" alt="" src="http://cdn.pastemagazine.com/www/articles/thehourlead.jpg?1360674044" width="400" height="300" /></p>
<p>“The Hour” retrata esse mundo de uma forma espectacular. Percebe-se exactamente de onde é que vêm as pressões e como é que elas são exercidas. Isso leva-me a pensar “então mas como é que será que isso acontece cá?”</p>
<p>Neste momento, eu estaria à espera que começassem a sair os episódios da terceira temporada, mas não estou. E não estou porque a BBC decidiu cancelar a série, o que significa que o máximo que posso fazer é rever os 12 episódios que foram feitos nas duas temporadas que foram produzidas.</p>
<p>Já vos dei o final da série, portanto, mas é um final que me deixou com água na boca: afinal de contas, o que é que aconteceu ao Freddie Lyon? Morreu? Não morreu? E o que é que ele sussurrou à Bel? Quando a hora chega ao fim, ficamos com perguntas sem resposta, num mundo em que também o jornalismo está entre a espada e a parede.</p>
<br />  <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=labseries.wordpress.com&#038;blog=16461086&#038;post=5954&#038;subd=labseries&#038;ref=&#038;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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			<media:title type="html">Projecção Jornalística #2</media:title>
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		<title>Being Erica #15</title>
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		<pubDate>Thu, 09 May 2013 16:00:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jorge Pontes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Being Erica]]></category>
		<category><![CDATA[Espelhos]]></category>
		<category><![CDATA[CBC]]></category>

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		<description><![CDATA[A inveja é daqueles sentimentos que causa muito mal não só a nós como àqueles que nos rodeiam. É através dela que vivemos numa panóplia de &#8220;se eu isto&#8221;, &#8220;seu eu aquilo&#8221;, de querer algo desesperadamente porque o outro tem e, acima de tudo, é fruto daquela graça de se espezinhar quem se atreve a &#8230; <a href="http://labseries.wordpress.com/2013/05/09/being-erica-15/">Continue reading <span class="meta-nav">&#187;</span></a><img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=labseries.wordpress.com&#038;blog=16461086&#038;post=5511&#038;subd=labseries&#038;ref=&#038;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000000;">A inveja é daqueles sentimentos que causa muito mal não só a nós como àqueles que nos rodeiam. É através dela que vivemos numa panóplia de &#8220;se eu isto&#8221;, &#8220;seu eu aquilo&#8221;, de querer algo desesperadamente porque o outro tem e, acima de tudo, é fruto daquela graça de se espezinhar quem se atreve a passar a perna ou, simplesmente, porque se está a impedir de se obter o desejado.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000000;">Muitos daqueles que nos rodeiam, especialmente os mais velhos e a quem devíamos ter o máximo de respeito possível, sempre nos fizeram gostar do Bem e a odiar o Mal para nosso bem. Sempre nos ensinaram que aquilo que temos é nosso e de mais ninguém e não vale a pena chorar porque o outro tem isto ou aquilo porque ou haveremos de ter ou não nos cabe a nós tê-la porque será mau. Mas o problema nasce quando não queremos ouvir a voz da experiência, quando, apesar de todos os avisos, estamos tão cegos ao ponto de brincar com aquilo que não devemos e cair numa espiral de jogos manipuladores e de atirar areia para os olhos daqueles que mais gostam de nós, sabendo que podemos fazer deles o que quisermos desprezando os seus sentimentos.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000000;">Na Natureza é necessário um equilíbrio. Para, rigorosamente, tudo. E, hoje em dia, esse equilíbrio não existe ou está desviado para as coisas do Mal, para as coisas que sempre tentámos deixar de parte. E talvez isto aconteça devido aos tempos pelos quais passamos, tempos em que os espantalhos da ignorância, do medo e da cegueira teimam em crescer em cada recanto da nossa cidade, da nossa casa e nós, sem saber que fazer com eles porque não nos assustam, vamos permancendo impávidos e serenos como se nada nos afectasse. No entanto, a inveja cresce dentro de nós, como uma planta parasita. E quando damos conta, ou estamos consumidos por ela ou a nossa vida deixa de fazer sentido. E depois? Onde está o alento para continuar? Onde está a força para nos mexermos a fazer alguma coisa?</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000000;">Uma pessoa muito especial para mim, já no outro dia, me dizia que eu precisava de um pequeno empurrão para me obrigar a mexer, para me obrigar a actuar perante um problema. Será que todos nós não precisamos desse pequeno empurrão? Será que, se nós tentássemos demolir esta inveja que se contrói dentro de nós, não seríamos (um pouco) mais felizes apesar dos maus tempos que vivemos? Há mais cores numa palete de tintas que o verde e o preto, cores tão características da inveja que nos cobre a alma e o coração. Que tal pintarmos a nossa vida com uma cor mais alegre? Se não formos nós a pintar, será a nossa cara-metade, o nosso melhor amigo, a nossa mãe, irmã ou pai&#8230; porque, repare caro leitor, nenhum de nós é uma ilha e até mesmo uma simples palavra torna a nossa vida mais colorida e talvez seja esse o patamar, o princípio da força e da vontade para nos levar muito mais longe.</span></p>
<br />  <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=labseries.wordpress.com&#038;blog=16461086&#038;post=5511&#038;subd=labseries&#038;ref=&#038;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>Series-Gazing XXI: Uma Guerra pelo Trono do Tempo</title>
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		<pubDate>Mon, 06 May 2013 13:00:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jorge Pontes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Fringe]]></category>
		<category><![CDATA[Game of Thrones]]></category>
		<category><![CDATA[Series-Gazing]]></category>
		<category><![CDATA[FOX]]></category>
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		<description><![CDATA[O tempo é um problema que tem vindo a crescer tal como um fungo. A expressão &#8220;não tenho tempo para&#8230;&#8221; é muito usada por nós para mostrar o nosso desespero por querer fazer algo e não conseguir, e, dada a constante e cada vez maior exigência desta nossa vida, esta desculpa é cada vez mais &#8230; <a href="http://labseries.wordpress.com/2013/05/06/series-gazing-xxi-uma-guerra-pelo-trono-do-tempo/">Continue reading <span class="meta-nav">&#187;</span></a><img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=labseries.wordpress.com&#038;blog=16461086&#038;post=5931&#038;subd=labseries&#038;ref=&#038;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000000;">O tempo é um problema que tem vindo a crescer tal como um fungo. A expressão &#8220;não tenho tempo para&#8230;&#8221; é muito usada por nós para mostrar o nosso desespero por querer fazer algo e não conseguir, e, dada a constante e cada vez maior exigência desta nossa vida, esta desculpa é cada vez mais frequente. Se dantes via uma mão cheia de séries semanais, agora reduzo-me a uma ou duas&#8230; E a desculpa que tenho? A mesma com que iniciei este mesmo texto.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000000;">O caro leitor bem sabe da minha paixão por &#8220;Fringe&#8221;. É claro que, depois de 5 anos com a série, dificilmente se esquecerá todos os pequenos pormenores com os quais nos maravilhámos ao longo dos 100 episódios. No entanto, actualmente, há uma outra série que se sobressai não só pelos cenários e pelos belíssimos efeitos especiais como pelas personagens que, apesar de estarem sempre em perigo de desaparecerem na cena seguinte, têm aquele toque humano que nos faz apegar tanto à sua personalidade como à sua história. Falo de &#8220;Game of Thrones&#8221;.</span></p>
<div id="attachment_5902" class="wp-caption aligncenter" style="width: 460px"><a href="http://labseries.files.wordpress.com/2013/04/game-of-thrones-3x03-1.png"><img class=" wp-image-5902 " alt="Astapor's Icon (3x03)" src="http://labseries.files.wordpress.com/2013/04/game-of-thrones-3x03-1.png?w=450&#038;h=241" width="450" height="241" /></a><p class="wp-caption-text">Astapor&#8217;s Icon (3&#215;03)</p></div>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000000;">A transpoisção de uma das maiores sagas literárias para a televisão tem dado grandes alegrias não só aos fãs como ao canal que a exibe, a HBO. No lado dos fãs, a intensidade com que a história é contada leva a diversos comentários no facebook ou mesmo até críticas completas nos mais diversos sites e blogues cujo tema base são as séries e, por outro, temos o canal a alegrar-se por a série continuar a dar excelentes resultados. Em jeito de curiosidade, foi no passado domingo que a série registou o máximo de toda a série: 2.6 de rating e 4.87 milhões de espectadores. E só vejo estes valores subirem no decorrer dos próximos episódios. Ou, senão, na próxima temporada.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000000;">No outro dia perguntavam-me a razão de toda a gente ficar doida quando começa o genérico de &#8220;Game of Thrones&#8221;. Sendo eu uma dessas pessoas [que fica meio louco quando a música e o genérico começam a dar] respondi que a melodia aliada aos locais que visitaremos no episódio, deixam-me com aquela água na boca de ver o que vai acontecer e imaginar todo o plot daí para a frente. Apesar de a série ainda pecar por nos querer dar uma mão cheia de histórias em pouco mais de 50 minutos, tal não é impeditivo de se perceber o que se passa, de prever o que se vai passar ou mesmo de ficar expectante pelo próximo, tal como estou neste momento depois do grande final do episódio passado, &#8220;And Now His Watch Is Ended&#8221;.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000000;">Numa altura em que o tempo que tenho é quase mínimo, contar com &#8220;Game of Thrones&#8221; na carteira, todas as segundas-feiras, permite-me ter o escape necessário para enfrentar uma semana de trabalhos, de apresentações, de aulas chatas e de outros tantos problemas que tendem a tirar-me do sério e a testar a minha paciência. Tenho a certeza, nesta hora que passo com a série, que a minha imaginação voa para Westeros e estou ali, mesmo no centro da acção. E se há coisa mais bela em ser seriófilo, é este prazer que se obtém depois de ver qualquer coisa; uma espécie de sentimento inexplicável em que se sabe que a hora não foi desperdiçada, mais não seja para fugirmos deste nosso mundo real por uns momentos e repensar em toda a nossa estratégia. Da forma como as coisas estão, a vida exigir-nos-á cada vez mais de nós, exigirá cada vez mais do nosso tempo e, por isso, é importante um pequeno escape de vez em quando, até porque a nossa sanidade mental depende disso, não concorda?</span></p>
<br />  <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=labseries.wordpress.com&#038;blog=16461086&#038;post=5931&#038;subd=labseries&#038;ref=&#038;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>Cenas do Lusco-Fusco XXX</title>
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		<pubDate>Fri, 03 May 2013 16:00:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jorge Pontes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cenas do Lusco-Fusco]]></category>
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		<description><![CDATA[Acolho-vos, mais uma vez, nas Cenas do Lusco-Fusco, a rubrica cujo objectivo principal será mostrar uma cena de uma série ou de um dorama que, na nossa opinião é a que se destaca de tantas outras com que somos bombardeados todos os dias. E, tal como o espaço indica, as imagens serão publicadas numa das &#8230; <a href="http://labseries.wordpress.com/2013/05/03/cenas-do-lusco-fusco-xxx/">Continue reading <span class="meta-nav">&#187;</span></a><img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=labseries.wordpress.com&#038;blog=16461086&#038;post=5458&#038;subd=labseries&#038;ref=&#038;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000000;">Acolho-vos, mais uma vez, nas Cenas do Lusco-Fusco, a rubrica cujo objectivo principal será mostrar uma cena de uma série ou de um dorama que, na nossa opinião é a que se destaca de tantas outras com que somos bombardeados todos os dias. E, tal como o espaço indica, as imagens serão publicadas numa das alturas mais belas do dia e vão servir, assim o esperamos, para abrir mais uma noite emocionante.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><a href="http://labseries.files.wordpress.com/2013/01/haven-3x13-thanks-for-the-memories.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-5460" alt="Haven 3x13 - Thanks for the Memories" src="http://labseries.files.wordpress.com/2013/01/haven-3x13-thanks-for-the-memories.jpg?w=750"   /></a></p>
<p style="text-align:center;"><span style="color:#000000;"><strong>Haven 3&#215;13 &#8211; Thanks for the Memories</strong></span></p>
<br />  <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=labseries.wordpress.com&#038;blog=16461086&#038;post=5458&#038;subd=labseries&#038;ref=&#038;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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			<media:title type="html">Haven 3x13 - Thanks for the Memories</media:title>
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		<title>Destaques TV: Maio de 2013</title>
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		<pubDate>Wed, 01 May 2013 13:00:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jorge Pontes</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Depois de um Abril com um tempo algo inconstante, espera-nos um Maio bem mais agradável e com um sol que promete fazer-nos fugir para a praia, quando tivermos algum tempo livre. Ou então, se não fugir para a praia, pode sempre ficar ligado aos canais FIC e às estreias que os mesmos têm reservadas só &#8230; <a href="http://labseries.wordpress.com/2013/05/01/destaques-tv-maio-de-2013/">Continue reading <span class="meta-nav">&#187;</span></a><img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=labseries.wordpress.com&#038;blog=16461086&#038;post=5937&#038;subd=labseries&#038;ref=&#038;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:center;"><a href="http://labseries.files.wordpress.com/2011/01/calendc3a1rio-def.png"><img class="aligncenter  wp-image-3252" alt="Calendário" src="http://labseries.files.wordpress.com/2011/01/calendc3a1rio-def.png?w=323&#038;h=167" width="323" height="167" /></a></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000000;">Depois de um Abril com um tempo algo inconstante, espera-nos um Maio bem mais agradável e com um sol que promete fazer-nos fugir para a praia, quando tivermos algum tempo livre. Ou então, se não fugir para a praia, pode sempre ficar ligado aos canais FIC e às estreias que os mesmos têm reservadas só para si. Quer ficar a conhecê-las a todas? É só ler um pouco mais deste artigo.</span></p>
<p><span style="color:#000000;"><span id="more-5937"></span></span></p>
<p><span style="color:#000000;"><strong>FOX</strong></span></p>
<ul>
<li><span style="line-height:16px;color:#000000;">06 de Maio: &#8220;JO&#8221; T1, às 23h05.</span></li>
</ul>
<p><span style="color:#000000;"><strong>FOX Life</strong></span></p>
<ul>
<li><span style="line-height:16px;color:#000000;">01 de Maio: &#8220;Sex and the City&#8221; T1, às 23h, em episódio duplo.</span></li>
<li><span style="color:#000000;">09 de Maio: &#8220;Sex and the City&#8221; T2, às 23h, em episódio duplo.</span></li>
<li><span style="color:#000000;">22 de Maio: &#8220;Sex and the City&#8221; T3, às 23h, em episódio duplo.</span></li>
<li><span style="color:#000000;">29 de Maio: &#8220;Bunheads&#8221; T1, às 19h15.</span></li>
</ul>
<p><span style="color:#000000;"><strong>FX</strong></span></p>
<ul>
<li><span style="line-height:16px;color:#000000;">01 de Maio: &#8220;1600 Penn&#8221; T1, às 22h.</span></li>
<li><span style="color:#000000;">20 de Maio: &#8220;Psych&#8221; T7, às 22h.</span></li>
</ul>
<p><span style="color:#000000;"><strong>FOX Movies</strong></span></p>
<ul>
<li><span style="line-height:16px;color:#000000;">07 de Maio: &#8220;Delicatessen&#8221;, às 22h.</span></li>
<li><span style="color:#000000;">08 de Maio: &#8220;Un Long Dimanche de Fiancailles&#8221;, às 23h35.</span></li>
<li><span style="color:#000000;">10 de Maio: &#8220;The Untouchables&#8221;, às 23h30.</span></li>
<li><span style="color:#000000;">11 de Maio: &#8220;Scarface&#8221;, às 22h.</span></li>
<li><span style="color:#000000;">14 de Maio: &#8220;8 Femmes&#8221;, às 22h.</span></li>
<li><span style="color:#000000;">14 de Maio: &#8220;Les Daltons&#8221;, às 23h50.</span></li>
<li><span style="color:#000000;">16 de Maio: &#8220;The Great White Hype&#8221;, às 22h.</span></li>
<li><span style="color:#000000;">19 de Maio: &#8220;Mamma Mia!&#8221;, às 22h.</span></li>
<li><span style="color:#000000;">21 de Maio: &#8220;La Vitta è Bella&#8221;, às 22h.</span></li>
<li><span style="color:#000000;">21 de Maio: &#8220;Malèna&#8221;, às 23h55.</span></li>
<li><span style="color:#000000;">24 de Maio: &#8220;Fear and Loathing in Las Vegas&#8221;, às 00h30.</span></li>
<li><span style="color:#000000;">25 de Maio: &#8220;The Big Lebowski&#8221;, às 22h.</span></li>
<li><span style="color:#000000;">26 de Maio: &#8220;Wild at Heart&#8221;, às 22h.</span></li>
<li><span style="color:#000000;">28 de Maio: &#8220;Biutiful&#8221;, às 00h.</span></li>
<li><span style="color:#000000;">29 de Maio: &#8220;The Straight Story&#8221;, às 22h.</span></li>
</ul>
<p><span style="color:#000000;"><strong>National Geographic</strong></span></p>
<ul>
<li><span style="color:#000000;">04 de Maio: &#8220;Em Busca da Supercobra&#8221;, às 23h20.</span></li>
<li><span style="color:#000000;">05 de Maio: &#8220;SOS Automóvel: O Regresso do Rover&#8221;, às 22h30.</span></li>
<li><span style="color:#000000;">12 de Maio: &#8220;SOS Automóvel: Triumph Stag&#8221;, às 22h30.</span></li>
<li><span style="color:#000000;">13 de Maio: &#8220;Cidades Fantasma: No Rasto dos Pioneiros&#8221;, às 21h20.</span></li>
<li><span style="color:#000000;">15 de Maio: &#8220;TABU T9: Funerais Bizarros&#8221;, às 22h10.</span></li>
<li><span style="color:#000000;">18 de Maio: &#8220;Heranças do Mundo: Acesso 360º: A Grande Barreira de Coral&#8221;, às 18h15.</span></li>
<li><span style="color:#000000;">18 de Maio: &#8220;Um Novo Mapa Africano&#8221;, às 22h30.</span></li>
<li><span style="color:#000000;">18 de Maio: &#8220;A Tribo Que Encolhe Cabeças&#8221;, às 23h20.</span></li>
<li><span style="color:#000000;">19 de Maio: &#8220;SOS Automóvel: O Poder do Austin&#8221;, às 22h30.</span></li>
<li><span style="color:#000000;">20 de Maio: &#8221;Cidades Fantasma: Tesouros do Velho Oeste&#8221;, às 21h20.</span></li>
<li><span style="color:#000000;">25 de Maio: Comemorações do dia de África, a partir das 14h30.</span></li>
<li><span style="line-height:16px;color:#000000;">26 de Maio: &#8220;Os Anos 80: Os Revolucionários&#8221;, às 22h30.</span></li>
<li><span style="color:#000000;">26 de Maio: &#8220;Os Anos 80: Momentos de Futebol&#8221;, às 23h20.</span></li>
<li><span style="color:#000000;">27 de Maio: &#8220;Os Anos 80: Lançamento&#8221;, às 22h30.</span></li>
<li><span style="color:#000000;">27 de Maio: &#8220;Os Anos 80: Gadgets&#8221;, às 23h20.</span></li>
<li><span style="color:#000000;">28 de Maio: &#8220;Os Anos 80: Comprar Desenfreadamente&#8221;, às 22h30.</span></li>
<li><span style="color:#000000;">28 de Maio: &#8220;Os Anos 80: Ícones do Desporto&#8221;, às 23h20.</span></li>
<li><span style="color:#000000;">29 de Maio: &#8220;Os Anos 80: Mestres do Universo&#8221;, às 22h30.</span></li>
<li><span style="color:#000000;">29 de Maio: &#8220;Os Anos 80: Tragédias&#8221;, às 23h20.</span></li>
<li><span style="color:#000000;">30 de Maio: &#8220;Os Anos 80: Queda dos Muros&#8221;, às 22h30.</span></li>
<li><span style="color:#000000;">31 de Maio: &#8220;Os Anos 80: Superpotência&#8221;, às 22h30.</span></li>
</ul>
<p><span style="color:#000000;"><strong>National Geographic Wild</strong></span></p>
<ul>
<li><span style="color:#000000;">04 de Maio: &#8220;A Lei da Sobrevivência: A Baleia Assassina&#8221;, às 17h.</span></li>
<li><span style="line-height:16px;color:#000000;">09 de Maio e restantes quintas-feiras do mês: &#8220;Os Caçadores de Crocodilos&#8221;, às 17h.</span></li>
<li><span style="color:#000000;">11 de Maio: &#8220;A Lei da Sobrevivência: O Lobo&#8221;, às 17h.</span></li>
<li><span style="color:#000000;">18 de Maio: &#8220;A Lei da Sobrevivência: A Hiena&#8221;, às 17h.</span></li>
<li><span style="color:#000000;">21 de Maio: &#8220;O Velho Oeste: A Febre do Ouro&#8221;, às 17h.</span></li>
<li><span style="color:#000000;">25 de Maio: &#8220;A Lei da Sobrevivência: O Urso Pardo&#8221;, às 17h.</span></li>
<li><span style="color:#000000;">28 de Maio: &#8220;O Velho Oeste: Ao Meio-Dia&#8221;, às 17h. </span></li>
</ul>
<p><span style="color:#000000;"><strong>24 Kitchen</strong></span></p>
<ul>
<li><span style="line-height:1.5;color:#000000;">01 de Maio: &#8220;Put Your Menu Where Your Mouth Is&#8221;, às 21h15.</span></li>
<li><span style="color:#000000;">13 de Maio: &#8220;Rachel Allen&#8217;s Easy Meals&#8221;, às 21h15, em episódio duplo.</span></li>
</ul>
<br />  <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=labseries.wordpress.com&#038;blog=16461086&#038;post=5937&#038;subd=labseries&#038;ref=&#038;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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	</item>
		<item>
		<title>Sobre Fringe 5&#215;13 &#8211; An Enemy of Fate</title>
		<link>http://labseries.wordpress.com/2013/04/27/sobre-fringe-5x13-an-enemy-of-fate/</link>
		<comments>http://labseries.wordpress.com/2013/04/27/sobre-fringe-5x13-an-enemy-of-fate/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 27 Apr 2013 16:00:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jorge Pontes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Análise de Episódios]]></category>
		<category><![CDATA[Fringe]]></category>
		<category><![CDATA[An Enemy of Fate]]></category>
		<category><![CDATA[FOX]]></category>

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		<description><![CDATA[Na crítica anterior falei de Liberdade. Falei nesta espécie de humanos que se julga detentora do saber e da vida tal como nós a conhecemos. Talvez um dos factos mais curiosos de todo este desenrolar da história, foi o facto de os senhores nos mais altos postos (atente no homem à direita, na imagem) achar &#8230; <a href="http://labseries.wordpress.com/2013/04/27/sobre-fringe-5x13-an-enemy-of-fate/">Continue reading <span class="meta-nav">&#187;</span></a><img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=labseries.wordpress.com&#038;blog=16461086&#038;post=5546&#038;subd=labseries&#038;ref=&#038;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:center;"><a href="http://labseries.files.wordpress.com/2013/01/fringe-5x13.png"><img class="aligncenter  wp-image-5547" alt="Fringe 5x13" src="http://labseries.files.wordpress.com/2013/01/fringe-5x13.png?w=540&#038;h=180" width="540" height="180" /></a></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000000;">Na crítica anterior falei de Liberdade. Falei nesta espécie de humanos que se julga detentora do saber e da vida tal como nós a conhecemos. Talvez um dos factos mais curiosos de todo este desenrolar da história, foi o facto de os senhores nos mais altos postos (atente no homem à direita, na imagem) achar que esta era a época onde tudo aquilo que eles pensaram fazer da espécie, teria uma percentagem elevadíssima de sucesso. Uma época onde não haveria espaço para erros e onde tudo seria submisso e não seriam levantadas quaisquer questões. E tão convencidos que estavam destas suas probabilidades que não se lembraram de olhar ao Futuro&#8230; talvez porque não o tinham ou, simplesmente, porque estavam, claramente, a contar com a previsibilidade dos humanos.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000000;">Mas se há coisa que nós não somos é, exactamente isso: ser previsíveis. Podemos ter uma rotina definida, podemos ter horários para tudo e mais alguma coisa, mas não somos capazes de ter todas as variáveis sob controlo porque não nos cabe a nós tê-las. Porque, ao controlar tudo, o que nos garante que iríamos viver sempre com alguma expectativa? Quem é que nos garantia a felicidade? Quem é que nos garantia a surpresa, a expectativa, a ansiedade muito antes de algo acontecer?</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000000;">Para esta espécie avançada, os sentimentos tiram a mística de uma grande inteligência. Para eles, estas duas coisas são como água e azeite, não se misturam. E, para eles, não tendo com quem se preocupar, preocupam-se apenas com as variáveis não fugirem do seu controlo para tudo se mantenha no caminho certo e possam extrair, de nós, o máximo de conhecimento possível. Uma vida previsível, portanto.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000000;">No entanto, desde que a equipa Fringe original saiu do âmbar, esta variável provocou alterações sérias ao seu Futuro, apesar de não quererem admitir. A sua imprevisibilidade, a sua capacidade de pensar muito além da inteligência racional, levou-os a repensar em todo o plano quando se viram sem saída, quando se viram se a peça fundamental para o funcionamento da máquina que Donald havia estado a construir desde o episódio passado.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000000;">Por entre tiros e mortes, abre-se um portal com a ajuda do equipamento que os Observers utilizavam para receber encomendas do Futuro, chuta-se lá para dentro um dos cilindros que estabilizaria o portal no ano desejado e tudo aquilo que bastava era o miúdo e quem o transportasse. E onde estava ele? Nas mãos de Windmark.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000000;">Olivia, prevendo a desgraça que iria ocorrer, corre a lutar contra este Observer e, na altura em que a batalha parecia perdida, faz uso dos seus poderes e apaga todas as luzes da cidade, ao mesmo tempo que deixa os alarmes dos carros ao redor completamente loucos. Windmark, curioso por tal feito, nem se lembrou de desaparecer e leva com um carro que o esborracha sem dó nem piedade, tal e qual da mesma maneira que este homem matou Etta.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000000;">Sem qualquer obstáculo na sua frente, Donald e Michael correm para o portal. Mas não é o seu pai que acaba por ir consigo para 2167. Donald sucumbe após ter apanhado com um tiro vindo sabe-se lá de onde&#8230; Não sendo o seu pai a levá-lo, Walter assume essa mesma tarefa com o mesmo sangue frio que assumiu os seus erros em 1985. Agarrou na mão do miúdo, transmitindo todos os seus sentimentos, e seguiram para o ano da mudança com as lágrimas na cara, de abandonar o seu filho Peter. E, de um momento para outro, o tempo e o espaço mudam&#8230; e vemo-nos em 2015, no dia da invasão, já sem esta, e com uma família feliz, no parque, a aproveitar as boas coisas da vida. E, numa sentida despedida, não nos poderíamos esquecer da túlipa branca, a flor que simboliza a fé e a vontade de acreditar que um dia, ajudou Walter a ultrapassar uma fase não muito boa da sua vida. </span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000000;">&#8220;Fringe&#8221; volta a terminar com um final feliz. Termina sabendo todo o caminho que trilhou, sabendo todas as histórias que contou e sabendo todos os erros que cometeu. Não foi, sem dúvida, uma das melhores temporadas que a série já nos mostrou tão pouco teve uma história que nos agarrasse desde o início do episódio mas a quinta temporada fecha um ciclo, fecha uma mitologia que sempre quisémos ver resolvida, de uma maneira ou de outra. E termina-o de forma satisfatória e mostrou-nos, ao longo destes 13 episódios, todos os pequenos detalhes que fizeram da série aquilo que ela é hoje: uma série de culto.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000000;">Não me arrependo, nem por um bocadinho, das 100 horas que passei com esta história, com estas personagens, com estas teorias da conspiração e com os casos (muitos deles, sofríveis) que colocaram a minha imaginação e percepção num campo superior. &#8220;Fringe&#8221; mostrou-se capaz e à altura de muitos dramas inteligentes desta época e da época pré-2004. Inovadora e vanguardista, é uma série que guardarei no meu coração como <span style="text-decoration:underline;"><strong>a minha série</strong></span>. Não há espaço para mais nenhuma até porque &#8220;Fringe&#8221; preenche tudo. Talvez este seja um adeus curto porque, num futuro próximo, perder-me-ei a ver um ou outro episódio que me marcaram, verdadeiramente, e porque olharei àqueles belíssimos cartazes que tenho aqui guardados e lembrar-me-ei de tudo o que vi e o que deixei por viver com esta série. Até um dia, &#8220;Fringe&#8221; e espero encontrar-me contigo, novamente, e encontrar o brilho que sempre te caracterizou. </span></p>
<br />  <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=labseries.wordpress.com&#038;blog=16461086&#038;post=5546&#038;subd=labseries&#038;ref=&#038;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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			<media:title type="html">JorgePontes</media:title>
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			<media:title type="html">Fringe 5x13</media:title>
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		<title>Pastel de Nata #1 &#8211; Ao fim-de-semana vale tudo!</title>
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		<pubDate>Tue, 23 Apr 2013 10:00:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Raquel Santos Silva</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Wanda Stuart]]></category>

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		<description><![CDATA[A aposta das televisões portuguesas para o primetime de fim-de-semana tem sido caracterizada, nos últimos anos, por talent-shows ou reality-shows, maioritariamente importados, que procuram colocar cada canal na luta pelas audiências. Nos últimos meses, os fins-de-semana têm sido marcados pelo feito quase inédito da transmissão de três programas de entretenimento com a participação, como concorrentes, &#8230; <a href="http://labseries.wordpress.com/2013/04/23/pastel-de-nata-1-ao-fim-de-semana-vale-tudo/">Continue reading <span class="meta-nav">&#187;</span></a><img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=labseries.wordpress.com&#038;blog=16461086&#038;post=5906&#038;subd=labseries&#038;ref=&#038;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;">A aposta das televisões portuguesas para o primetime de fim-de-semana tem sido caracterizada, nos últimos anos, por <em>talent-shows</em> ou <em>reality-shows</em>, maioritariamente importados, que procuram colocar cada canal na luta pelas audiências. Nos últimos meses, os fins-de-semana têm sido marcados pelo feito quase inédito da transmissão de três programas de entretenimento com a participação, como concorrentes, de personalidades conhecidas do grande público:<strong><em> Feitos ao Bife</em></strong>, na <em>RTP1</em>; <strong><em>Vale Tudo</em></strong>, na <em>SIC</em>; e <strong><em>A Tua Cara Não Me É Estranha</em></strong>, na<em> TVI</em>.</p>
<p style="text-align:justify;">Não são programas directamente comparáveis, dado que nem sequer são emitidos nos mesmos dias ou às mesmas horas:<strong><em> Feitos ao Bife</em></strong> tem transmissão aos Sábados, pelas 21 horas, terminando pouco mais de uma hora depois, enquanto <strong><em>Vale Tudo</em></strong> e<strong><em> A Tua Cara Não Me É Estranha</em></strong> vão para o ar no Domingo, cerca das 21h30, habitualmente até à uma hora da manhã. Competem com outros programas, mas competem também uns com os outros no que diz respeito ao formato, à forma como procuram captar a atenção do público e aos convidados, jurados e, em último caso, apresentadores que dele fazem parte.</p>
<p style="text-align:justify;">As &#8220;celebridades&#8221; são uma presença recorrente, mas em que medida serão elas, de facto, celebridades? A<em> TVI</em> parece ter ido à arrecadação de Queluz buscar as nomes que andavam perdidos na sua história. Isso ou &#8220;actores&#8221; da geração <strong><em>Morangos com Açúcar</em></strong>. Se inicialmente <strong>Luciana Abreu</strong> ou <strong>João Paulo Rodrigues</strong> eram personalidades que até ofereciam algum elemento de qualidade ao programa, a introdução de <strong>Wanda Stuart, Ruth Marlene</strong> ou <strong>Nicolau Breyner</strong> é só decadente.</p>
<p style="text-align:center;"><img class=" wp-image-5912 aligncenter" alt="" src="http://labseries.files.wordpress.com/2013/04/cristina-e-goucha_a-tua-cara-nc3a3o-me-c3a9-estranha.jpg?w=600&#038;h=200" width="600" height="200" /></p>
<p style="text-align:justify;">No caso da <em>RTP1</em>, convidados como <strong>Pedro Alves</strong> ou <strong>Catarina Guerreiro</strong> não trazem qualquer interesse ao espectador. <strong><em>Vale Tudo</em></strong> escapa um pouco neste aspecto, como nos restantes, dado que consegue posicionar-se melhor perante um público-alvo mais específico, mais jovem, e ao mesmo tempo num entretenimento mais abrangente, através de um grupo de convidados rotativo &#8211; todas as semanas há novas caras, a juntar-se a personalidades divertidas como <strong>César Mourão</strong> ou<strong> Inês Castel-Branco</strong>.</p>
<p style="text-align:justify;">Outros aspectos tornam<strong><em> A Tua Cara Não Me É Estranha </em></strong>um programa desgastado e desinteressante para o espectador que procura ser minimamente desafiado e entretido num domingo à noite <em>pré</em>-semana de trabalho. A começar, uma dupla de apresentadores que ou se gosta muito ou não se consegue minimamente &#8216;aturar&#8217;. A <em>TVI</em> abusa da dupla <strong>Manuel Luís Goucha</strong>-<strong>Cristina Ferreira</strong> &#8211; é de manhã, à noite, à tarde se for preciso também.</p>
<p style="text-align:justify;">Bom, eles dão audiências. O programa tem audiências. E não é certamente por causa dos jurados, igualmente decadentes, de <strong>Alexandra Lencastre</strong> aos sempre presentes <strong>José Carlos Pereira</strong> e <strong>António Sala</strong>. Comentários inócuos e falsamente elogiosos. Mais: um suspense mal criado, actuações que procuram dissimular um playback quase certo. O formato não se gasta necessariamente em si mesmo, mas também não consegue ganhar muito a paciência do espectador.</p>
<p style="text-align:center;"><img class=" wp-image-5911 aligncenter" alt="" src="http://labseries.files.wordpress.com/2013/04/521717_457540167659966_1440310871_n.jpg?w=600&#038;h=200" width="600" height="200" /></p>
<p style="text-align:justify;"><strong><em>Feitos ao Bife</em> </strong>tem problemas semelhantes, que o tornam absolutamente insuportável de ver do início ao fim. A ideia não é má, as provas em que os concorrentes são colocados é que são aborrecidas, do improviso ao talento musical, passando pelos ridículos momentos armadilhados nos quais estes são surpreendidos. Torna-se repetitivo sem razão, demasiado simplista forçoso, em simultâneo, na forma como procura entreter. O facto de não ser transmitido em directo também não abona a seu favor, dada a especificidade do formato.</p>
<p style="text-align:justify;">E se é assim com personalidades ditas &#8216;famosas&#8217;, imagino o formato internacional <strong><em>Don&#8217;t Stop Me Now</em></strong>, com pessoas ditas &#8216;comuns&#8217;, ainda menos interessante. <strong>Catarina Furtado</strong> tenta salvar a honra, em conjunto com um painel de jurados que tinha tudo para dar certo &#8211; o irreverente <strong>Vasco Palmeirim</strong> e a bem disposta <strong>Rita Blanco</strong>, pelo menos, teriam esse potencial. Mas o resultado é francamente fraco: uma hora de serviço público desperdiçado, infelizmente, numa das traduções mais absurdas dos últimos tempos.</p>
<p style="text-align:justify;">Não é pelos concorrentes/convidados nem pelo directo, mas a verdade é que <strong><em>Vale Tudo</em></strong> salva este primetime de programas falhados. Se ao Sábado não temos uma alternativa semelhante, ao Domingo podemos escolher a <em>SIC</em> para passar a noite em frente à televisão.<strong> João Manzarra</strong> é consideravelmente mais jovem, dinâmico, entertainer e humorísta do que os restantes comparados. Parece um programa entre amigos que partilham uma noite divertida com todos os que estão em casa.</p>
<p style="text-align:center;"><a href="http://labseries.files.wordpress.com/2013/04/joc3a3o-manzarra-cenario-inclinado-2-1.jpg"><img class=" wp-image-5909 aligncenter" alt="" src="http://labseries.files.wordpress.com/2013/04/joc3a3o-manzarra-cenario-inclinado-2-1.jpg?w=600&#038;h=201" width="600" height="201" /></a></p>
<p style="text-align:justify;">Podia ser repetitivo, contudo as mudanças que os jogos sofrem de semana para semana conferem-lhe um carácter flexível e diferenciado. Promove o divertimento de forma simples e directa. Nome mau, demasiado longo e apenas mais um programa de entretenimento; mas, ainda assim, aquele com o qual podemos passar melhores momentos e dar umas gargalhadas ocasionalmente, espontaneamente.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong style="line-height:1.5;"><em>A Tua Cara Não Me É Estranha</em></strong><span style="line-height:1.5;"> já fechou a sua terceira temporada para dar lugar a uma nova fase</span><strong style="line-height:1.5;"><em> Big Brother</em> </strong><span style="line-height:1.5;">- também ele </span><em style="color:#333333;line-height:1.5;">VIP</em><span style="line-height:1.5;"> &#8211; que passará a ocupar as noites de Domingo. As audiências devem voltar a dar razão à</span><em style="color:#333333;line-height:1.5;"> TVI</em><span style="line-height:1.5;"> e se, de facto, o programa da</span><em style="color:#333333;line-height:1.5;"> RTP1</em><span style="line-height:1.5;"> tiver alguma audiência ao Sábado, é certamente pela ausência de concorrência similar. </span><strong style="line-height:1.5;"><em>Vale Tudo</em></strong><span style="line-height:1.5;"> continua a ser a melhor aposta para o primetime &#8211; um programa pelo qual não dava nada inicialmente, mas cujos cenário inclinado, serenata e tantos outros jogos divertidos o tornam relativamente mais cativante. </span><em style="color:#333333;line-height:1.5;">Nice shot, SIC</em><span style="line-height:1.5;">.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><strong><em>A Tua Cara Não Me É Estranha</em></strong></p>
<p style="text-align:justify;"><img class="alignnone  wp-image-5913" alt="2PN" src="http://labseries.files.wordpress.com/2013/04/2pn.png?w=300&#038;h=52" width="300" height="52" /></p>
<p style="text-align:justify;"><strong><em>Feitos ao Bife</em></strong></p>
<p style="text-align:justify;"><img alt="2PN" src="http://labseries.files.wordpress.com/2013/04/2pn.png?w=300&#038;h=52" width="300" height="52" /></p>
<p style="text-align:justify;"><strong><em>Vale Tudo</em></strong></p>
<p style="text-align:justify;"><img class="alignnone  wp-image-5914" alt="" src="http://labseries.files.wordpress.com/2013/04/4pn.png?w=300&#038;h=52" width="300" height="52" /></p>
<br />  <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=labseries.wordpress.com&#038;blog=16461086&#038;post=5906&#038;subd=labseries&#038;ref=&#038;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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			<media:title type="html">Pastel de Nata #1</media:title>
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			<media:title type="html">raquelation</media:title>
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			<media:title type="html">2PN</media:title>
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	</item>
		<item>
		<title>Sobre Fringe 5&#215;12 &#8211; Liberty</title>
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		<pubDate>Sun, 21 Apr 2013 16:00:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jorge Pontes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Análise de Episódios]]></category>
		<category><![CDATA[Fringe]]></category>
		<category><![CDATA[FOX]]></category>
		<category><![CDATA[Liberty]]></category>

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		<description><![CDATA[Liberdade. Talvez um dos termos que mais caracteriza a história do nosso País, é mesmo esta. Quem não associa, directamente, a cravos ou ao 25 de Abril? Uma data em que, claramente, todo o povo se uniu para lutar contra uma espécie de seres humanos que se diziam senhores do saber, do dinheiro, das leis. &#8230; <a href="http://labseries.wordpress.com/2013/04/21/sobre-fringe-5x12-liberty/">Continue reading <span class="meta-nav">&#187;</span></a><img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=labseries.wordpress.com&#038;blog=16461086&#038;post=5540&#038;subd=labseries&#038;ref=&#038;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;"><a href="http://labseries.files.wordpress.com/2013/01/fringe-5x12.png"><img class="aligncenter  wp-image-5541" alt="Fringe 5x12" src="http://labseries.files.wordpress.com/2013/01/fringe-5x12.png?w=540&#038;h=180" width="540" height="180" /></a><span style="color:#000000;">Liberdade. Talvez um dos termos que mais caracteriza a história do nosso País, é mesmo esta. Quem não associa, directamente, a cravos ou ao 25 de Abril? Uma data em que, claramente, todo o povo se uniu para lutar contra uma espécie de seres humanos que se diziam senhores do saber, do dinheiro, das leis.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000000;">De uma forma análoga, os Observers sentem-se da mesma maneira. Sentem-se senhores de si próprios, senhores do tempo e do espaço, senhores de todo o saber. Toda e qualquer pessoa que se dissesse contra este regime ou era morta ou era limpa de todas as memórias que caracterizavam a sua personalidade e o seu ser.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000000;">A equipa Fringe original, desde o episódio &#8220;Letters of Transit&#8221;, começou por se libertar do âmbar em que se haviam conservado e iniciaram uma jornada de descoberta de pequenas peças que constituíam um plano maior, um plano para destruir esta &#8220;grande&#8221; espécie. E o miúdo era a parte essencial de tudo isto porque sem ele, o plano não teria sucesso.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000000;">No episódio passado, talvez porque o miúdo sabia que se ficasse com Olivia, toda a equipa iria ser apanhada e desmascarada e o plano não chegaria, sequer, a ocorrer, ele sai do comboio e entrega-se a Windmark a sorrir. A sorrir, talvez, por saber o futuro que este teria. A sorrir, talvez, porque sabia que mais tarde ou mais cedo, alguém viria para o levar de volta.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000000;">E, neste episódio, temos a prova de que esta mulher, Olivia, é mais do que aquilo que ousámos pensar. Sem ela, sem aquela capacidade de viajar entre mundos, nunca este plano teria ido para a frente. Sem ela, provavelmente, tudo continuaria na mesma e o mundo acabaria na desgraça.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000000;">Submete-se, Olivia, a levar com injecções de Cortexiphan para algo dentro do seu corpo despertar. Em 3h, que era o tempo que o composto permanecia no seu corpo, ela conseguiu saltitar de um mundo para outro e salvar o seu miúdo favorito, salvar a parte mais importante deste plano. Apesar de todas as alucinações, de todas as tonturas, ela não queria ficar para trás, não queria desiludir este miúdo que se crê que irá mudar o curso de toda a história futura. E talvez o maior prémio do esforço de Olivia foi o pequeno sorriso que Michael lhe mostrou quando os dois se encontraram, finalmente, naquela sala branca e fria.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000000;">Estando tudo no devido lugar, cabe a Donald começar a preparar o dispositivo que levará Walter e o miúdo para 2167 e, para isso, pede a December um último favor. E onde estava December? No quarto 513, numa clara referência ao (grande) episódio que se seguiria.</span></p>
<br />  <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=labseries.wordpress.com&#038;blog=16461086&#038;post=5540&#038;subd=labseries&#038;ref=&#038;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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	</item>
		<item>
		<title>Sobre Fringe 5&#215;11 &#8211; The Boy Must Live</title>
		<link>http://labseries.wordpress.com/2013/04/20/sobre-fringe-5x11-the-boy-must-live/</link>
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		<pubDate>Sat, 20 Apr 2013 16:00:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jorge Pontes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Análise de Episódios]]></category>
		<category><![CDATA[Fringe]]></category>
		<category><![CDATA[FOX]]></category>
		<category><![CDATA[The Boy Must Live]]></category>

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		<description><![CDATA[Quem não já tentou, ao tomar um banho de imersão, colocar a cabeça dentro de água, deixando o nariz de fora para se conseguir respirar, e privar a audição e a visão por 5 minutos? Quem já não se sentiu relaxado depois de se privar momentaneamente dos seus sentidos? Pois bem, o tanque que sempre &#8230; <a href="http://labseries.wordpress.com/2013/04/20/sobre-fringe-5x11-the-boy-must-live/">Continue reading <span class="meta-nav">&#187;</span></a><img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=labseries.wordpress.com&#038;blog=16461086&#038;post=5466&#038;subd=labseries&#038;ref=&#038;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:center;"><a href="http://labseries.files.wordpress.com/2013/01/fringe-5x11-1.png"><img class="aligncenter  wp-image-5467" alt="Fringe 5x11 (1)" src="http://labseries.files.wordpress.com/2013/01/fringe-5x11-1.png?w=540&#038;h=180" width="540" height="180" /></a></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000000;">Quem não já tentou, ao tomar um banho de imersão, colocar a cabeça dentro de água, deixando o nariz de fora para se conseguir respirar, e privar a audição e a visão por 5 minutos? Quem já não se sentiu relaxado depois de se privar momentaneamente dos seus sentidos? Pois bem, o tanque que sempre foi parte integrante da mitologia Fringe volta a marcar a sua presença a dois episódios do fim da série.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000000;">Desta vez, é Walter que é sujeito a um &#8220;tratamento&#8221; de choque. Perguntar-me-á o caro leitor, com que objectivo se sujeita ele a tal coisa. Se bem se recorda, no episódio passado, descobrimos que September é Donald, esse grande homem por quem Walter anseia, desesperadamente, encontrar para resolver as coisas e perceber o seu papel no mundo e no plano que está reservado para se destruir os invasores. E é neste tanque de privação sensorial que Walter acede às suas memórias mais bem guardadas, para tentar saber onde é que é que este homem vivia.</span></p>
<p style="text-align:center;"><a href="http://labseries.files.wordpress.com/2013/01/fringe-5x11-2.png"><img class="aligncenter  wp-image-5468" alt="Fringe 5x11 (2)" src="http://labseries.files.wordpress.com/2013/01/fringe-5x11-2.png?w=540&#038;h=180" width="540" height="180" /></a></p>
<p style="text-align:center;">
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000000;">Walter, através da sua capacidade de juntar peças, conseguiu saber onde este homem vivia. E, no momento em que lhes abre a porta, um sorriso, uma felicidade cobre toda a sua face por ver não só esta equipa fantástica como o miúdo, seu filho.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000000;">Todas as peças agora se encaixam. Donald, anterior September, teve de ser despedido desta sua função por ter interferido bastante no espaço-tempo. Ele, que sabia o que estava para acontecer em 2012, correu a avisar Walter e a preparar um plano para que esta invasão nunca se desse. Teriam de ser recolhidas umas pedras que fariam parte de uma máquina que abriria um buraco no tempo; o cilindro, que foi recuperado das coisas de William Bell, seria enviado para a outra ponta do buraco a fim de estabilizar a ligação entre os tempos; o íman gigante serviria para impulsionar o cilindro para a época correcta e assim não desviar quem lá entrasse; e, por fim, o miúdo, entraria de mão dada com alguém, até ao momento em que os Observers foram criados, para que todo o Futuro mudasse.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000000;">Parece confuso, não é verdade? De facto, os Observers estão privados de emoções. Em detrimento da sabedoria total, tiveram de abandonar aquilo que lhes fazia fracos, aquilo que os impedia de evoluir. No entanto, Michael, fruto de uma anomalia de crescimento, evoluiu com o mesmo poder intelectual dos Observers e capacidades empáticas, cujo o toque, a quem estiver disposto a aceitar, lhe modela toda uma perspectiva sobre o Mundo. O objectivo deste plano seria, pois, enviar Michael para 2167, o ano em que os Observers foram criados, para dar a entender aos cientistas que não é preciso abandonarem as emoções a favor da inteligência suprema. E, tendo isto em conta, todo o Futuro (e até mesmo o passado a partir do dia da invasão em 2015) muda completamente e toda a Terra tem mais uma hipótese de viver por muito mais anos.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000000;">No entanto, há um preço a pagar para que este plano se concretize com sucesso: Walter necessita de levar Michael até ao ano e, como tal, para não criar um paradoxo na Natureza, precisa de desaparecer da face da Terra no dia da invasão, em 2015. Claro que, para Walter, abandonar o seu filho Peter, é algo muito doloroso mas, sabendo tudo aquilo que ele fez desde 1985, ele vê isto como um castigo divino por ter brincado com a Natureza de forma tão promíscua. Ele vê isto como a forma final de se redimir dos seus erros, para sempre.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000000;">Podemos, nós, saber todo o plano. No entanto, os Observers são quem mais devem temer este pequeno rapaz. No Futuro, em 2609, asseguraram que nada de mal lhes aconteceria e que esta época seria a melhor para que os Observers subsistissem mas o aparecimento desta anomalia vem contrariar todos os planos e colocar em cheque toda uma espécie de lagartos que não teme nada a não ver uma equipa que já mostrou bem capaz de os neutralizar. A época de caça ao Michael abre e este, sabendo que poria em risco tudo aquilo pelo qual os seus amigos já lutaram, deixa-se apanhar numa estação de comboio e entrega-se a Windmark. Terá sido a melhor escolha? Terá Michael hipóteses de ser salvo? Ao olhar à promo parece que vamos visitar, uma última vez, o lado vermelho. Estamos prontos para o final? Eu creio que sim. Preparem mantimentos porque Fringe vai abanar o mundo dos fãs e terminar da melhor forma (ou assim o espero).</span></p>
<br />  <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=labseries.wordpress.com&#038;blog=16461086&#038;post=5466&#038;subd=labseries&#038;ref=&#038;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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			<media:title type="html">Slideshow Fringe</media:title>
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			<media:title type="html">Fringe 5x11 (1)</media:title>
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			<media:title type="html">Fringe 5x11 (2)</media:title>
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	</item>
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		<title>À Conversa Sobre&#8230; #2 &#8211; Doctor Who</title>
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		<pubDate>Thu, 18 Apr 2013 16:00:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Convidado</dc:creator>
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		<category><![CDATA[BBC]]></category>
		<category><![CDATA[Doctor Who]]></category>

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		<description><![CDATA[Doctor Who é uma série de ficção científica britânica transmitida pela BBC. A série foi exibida entre 1963 e 1989 e foi retomada em 2005, adquirindo muito sucesso desde então. Há quem faça a distinção entre a série “antiga” e a série “nova”, mas, no fundo, Doctor Who trata-se de apenas uma série – a &#8230; <a href="http://labseries.wordpress.com/2013/04/18/a-conversa-sobre-2-doctor-who/">Continue reading <span class="meta-nav">&#187;</span></a><img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=labseries.wordpress.com&#038;blog=16461086&#038;post=5644&#038;subd=labseries&#038;ref=&#038;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000000;text-align:justify;line-height:1.5;">Doctor Who é uma série de ficção científica britânica transmitida pela BBC. A série foi exibida entre 1963 e 1989 e foi retomada em 2005, adquirindo muito sucesso desde então. Há quem faça a distinção entre a série “antiga” e a série “nova”, mas, no fundo, Doctor Who trata-se de apenas uma série – a mais longa série de ficção científica do mundo, celebrando este ano o seu 50.º aniversário.</span><em></em></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000000;"> Consigo dizer sem pensar duas vezes que Doctor Who é uma das séries que mais me fascina e que consegue ser facilmente uma das minhas favoritas. E tal como acontece com a nossa banda de música favorita, ou com o nosso filme favorito, torna-se difícil descrever a série a outras pessoas, quando nos perguntam de que se trata. Dizer que Doctor Who é sobre um alien com aparência humana, que viaja no tempo e no espaço na sua máquina do tempo com a forma de uma cabine telefónica, é limitar muito aquilo que a série verdadeiramente é. Doctor Who, no entanto, é muito mais que isso. É um mundo de personagens, de criaturas, de acontecimentos, de lugares, de paradoxos. É um mundo que envolve o espectador e o deixa apaixonado. É um mundo muito mais vasto do que possa parecer à primeira vista.</span></p>
<p style="text-align:center;"><span style="color:#000000;"><a href="http://labseries.files.wordpress.com/2013/03/doctors.jpg"><img class="aligncenter  wp-image-5645" alt="Doctors" src="http://labseries.files.wordpress.com/2013/03/doctors.jpg?w=600&#038;h=216" width="600" height="216" /></a></span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000000;">Não é difícil observar que tendo quase 50 anos, Doctor Who não se pode dar ao luxo de manter apenas um actor a liderar a série. Em vez disso, o Doutor – a personagem principal – regenera sempre que morre e adopta um corpo, uma personalidade, e até um guarda-roupa diferentes. Isto acaba por renovar toda a série, dando-lhe uma dinâmica totalmente nova. Os companheiros do Doutor também mudam com muita frequência, impedindo que a série se torne repetitiva ou aborrecida. Cada companheiro é diferente, e cada um deles nos cativa de uma forma ou outra – mas todos deixam uma marca na série. E nem todos têm um final feliz. Uma série destas, com tanta acção, não pode deixar de ter a sua dose de momentos menos alegres – e alguém que já tenha visto Doctor Who sabe que há vários momentos devastadores que nos deixam de rastos.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000000;">Doctor Who consegue ser uma série tão influente e com um mundo tão extenso que acaba por criar outros pequenos mundos. Aqui estou claramente a falar dos vários spin-offs que a série originou e que, apesar de apontarem noutras direcções, acabam sempre por se cruzar com a série original. Direccionados mais para as crianças ou mais para os adultos, estes spin-offs, tal como Doctor Who, procuram agarrar um público-alvo muito abrangente… e fazem-no com sucesso, porque uma coisa é clara: a fanbase de Doctor Who está cada vez maior.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000000;"> Por mais que fale sobre Doctor Who, nunca vou conseguir descrever por palavras a abrangência desta série, que acaba por ser muito mais que uma série. Doctor Who é uma série que não se vê – vive-se. É uma experiência extraordinária e foi sem dúvida uma das melhores apostas que fiz até hoje.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000000;"> Obrigado por tudo, Doctor Who.</span></p>
<p style="text-align:right;"><em>Por dr0mztm</em></p>
<br />  <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=labseries.wordpress.com&#038;blog=16461086&#038;post=5644&#038;subd=labseries&#038;ref=&#038;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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