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Fringe, Game of Thrones, Series-Gazing

Series-Gazing XII


Não fosse eu um viciado (assumido) em séries, descobri este fim-de-semana as Original SoundTracks de “Fringe” e de “Game of Thrones”, com uma pequenina ajuda do António. O que é certo é que ainda não parei de as ouvir, especialmente a de “Fringe”, e pareço estar parado no segmento bónus que figura no episódio 2×19, “Brown Betty”.

Se há série que adore, apesar dos seus erros, é “Fringe”. Por mais que tente inovar, por mais que me tente iludir ou enganar, não consigo esperar pelo episódio seguinte porque, no fundo, quero ver até onde isto chega e a curiosidade é imensa. E estando a notícia da sua renovação cada vez mais perto, começo já a sentir aquela pequena nostalgia de que uma outrora grande série vai dizer adeus e não vai estar aqui, no meu computador, todas as semanas para a ver e consumir e analisar e maravilhar. É uma pena, mas tem de ser assim. Antes com uma quinta temporada que com uma quarta mal resolvida.

Passando um pouco os olhos, de novo, sobre as OST, a de “Fringe” conta com uma belíssima orquestra que dá vida às músicas tão características que polvilham os já quase 88 episódios. E não escondo, mais uma vez, a nostalgia quando oiço as cordas, que quase aparentam estar a chorar, em músicas mais lentas e mais introspectivas.

Por outro lado, se em “Fringe” as músicas têm, muitas vezes, uma carga muito densa de introspecção, as de “Game of Thrones” são o oposto. De facto, estas últimas mostram algo feroz, algo, que está à nossa frente, pronto a trucidar-nos de tal intensidade que têm.

Ambas as OST possuem características muito interessantes porque, de facto, ao ouvirmos as músicas parece que certas imagens dos episódios passam de relance e revivemos tudo aquilo que outrora experienciámos de uma maneira diferente.

Uma série não é só feita de personagens e de história. Como tenho tentado dizer ao longo desta edição, que é diferente de todas as outras, é que a música suporta muito o peso das cenas e o dramatismo que se vive e, sem ela, as séries seriam algo vazio como que estrelas no céu sem brilho. E posso dizer que se “Fringe” e “Game of Thrones” já eram as minhas favoritas, com as OST, a minha opinião sobre elas ficou ainda mais cimentada.

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About Jorge Pontes

Viajar é nascer e morrer a todo o instante, até porque é fácil apagar as pegadas. Difícil, porém, é caminhar sem pisar o chão.

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