Ao décimo sexto da temporada, notamos que toda a história que nos tem vindo a ser contada ao longo de todos estes meses, tem servido para nos mostrar não só um trabalho conjunto para restituir a normalidade nos dois mundos através de um acordo de entre-ajuda como também para nos obrigar a perceber que, caso não existisse uma pessoa, todas as decisões que determinam o curso de uma vida seriam totalmente diferentes.
Nothing as It Seems mostra-nos um caso da primeira temporada que pouco ou nada adiciona ao arco principal. No fundo, revisitamos uma transformação de um homem num gigante ouriço cacheiro como parte de uma nova geração de criaturas, de uma espécie de nova Humanidade que está para nascer.
Resultado da infecção por um vírus, a transformação, neste mundo amarelo, pode ser controlada com certas substâncias coisa que, há 4 anos atrás, era utilizada como arma de bioterrorismo. Sem muito mais para contar, o caso deixa-se ficar por aqui quando a “vilã” é apanhada. Permanece, no entanto, a dúvida sobre a existência daquele barço que alberga as mais distintas criaturas que, nalgum ponto desta timeline, foram mudadas geneticamente para se tornarem em novas espécies, prontas a colonizar os diversos biomas espalhados pelo planeta Terra.
Um episódio que, embora nos tenha contado uma história igual sob uma nova perspectiva, não deixa saudades e ficará marcado como o mais fraco desta quarta época.

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