Ao acompanhar todo o percurso de “City Hunter”, somos surpreendidos por acontecimentos inesperados e por momentos que nos fazem ter uma nova percepção sobre os doramas de acção.
Conhecemos um enorme número de personagens intrigantes, cujos passados obscuros ensinam-nos uma enorme variedade de realidades, tornando-as especiais e marcantes.
Uma das minhas favoritas foi, sem dúvida, o promotor. Homem que dedicou toda a sua vida a cumprir a lei, é colocado em causa quando se vê envolvido no meio de vários crimes misteriosos. Contudo, é de destacar a incrível forma como este investiga todas as pistas, reunindo todos os factos necessários para chegar a verdade. Toda esta sua eficiência é admirável, levando a que tenha o final que mais me surpreendeu em toda a história de “City Hunter”.
Somos ainda confrontados com momentos arrepiantes, onde os seus protagonistas se colocam nas mais incríveis situações para que possam atingir os seus objectivos, chegando mesmo a ferir o seu próprio corpo para demonstrar a sua determinação.
Em paralelo a estas situações, surgem-nos, ainda, situações emocionantes que conduzem à formação de pequenas lágrimas nos olhos dos telespectadores.
É ainda de destacar a banda sonora desta série que, na minha opinião, está perfeitamente adaptada ao seu género, surgindo nos melhores momentos de “City Hunter”.
E é deste modo que termino as minhas crónicas dirigidas ao k-drama “City Hunter”, que subiu de posição em relação aos outros doramas uma vez que nele temos um equilíbrio entre momentos de acção, romance, aventura, investigação, mistério e comédia que nos deixam agarrados ao ecrã ao longo de toda a série.
A próxima publicação de The Drama Lab será destinada à mini-série “Dream of 400 Years” e terá a participação do nosso administrador, Jorge Pontes.


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